
Bom início de tarde a todos.
Como alguns fiéis sabem, frequento o 12º ano de Línguas e Humanidades. Neste seguimento, dado que me é supostamente leccionada umas das mais úteis e maravilhosas disciplinas, intitulada por Sociologia, venho por este meio demonstrar o meu total e completo (reparem no pleonasmo despropositado- total E completo) desagrado com o Ministério de Educação vigente.
Com tanto santo professor no desemprego por que raio colocam, esses iluminados administradores públicos, um homem, com o curso de gestão, no lugar de professor de Direito, Sociologia, Economia e Matemática A? Falta de verbas? Talvez, e até seria compreensível e bem aceite pela comunidade estudantil (ou, pelo menos, por mim, dado que apenas me refiro ao meu desagrado e não ao dos outros) se o indivíduo em questão não demonstrasse e expusesse a matéria sociológica (se é que a expõe de facto) sem logo nos dar a entender as suas ideologias e tendências políticas: quer criticando ciganos, quer criticando práticas "culturalmente anormais" de mulheres muçulmanas no nosso país, quer fazendo comentários TOTALMENTE IMPARCIAIS e nada generalizantes em relação àqueles indivíduos que recebem subsídio de reinserção social (algures um Paulo Portas ri-se, vitorioso).
Estas e outras situações, juntas com a ociosidade, própria de alguém que não está à vontade com o conteúdo programático, metaforizam este caro professor de Sociologia, que fortuitamente me calhou na rifa, num mote para o meu manifesto contra os critérios de escolha dos professores determinados para cada disciplina.
Estas e outras situações, juntas com a ociosidade, própria de alguém que não está à vontade com o conteúdo programático, metaforizam este caro professor de Sociologia, que fortuitamente me calhou na rifa, num mote para o meu manifesto contra os critérios de escolha dos professores determinados para cada disciplina.
OS PROFESSORES TÊM DE SABER A MATÉRIA QUE ESTÃO A AVALIAR E DE QUE MODO A DEVERÃO LECCIONAR, não é assim Maria de Lurdes?

MAI NADA!
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